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Infectologista Dra. Keilla Freitas (11) 3522-9515

Exemplos recentes de situações similares são a epidemia pelo Vírus Ebola, Zika vírus e agora, o aumento dos casos do Vírus Influenza H1N1.
Situações de epidemia podem fazer pairar nuvens negras no céu.

Infectologista Dra. Keilla Freitas (11) 3522-9515

Exemplos recentes de situações similares são a epidemia pelo Vírus Ebola, Zika vírus e agora, o aumento dos casos do Vírus Influenza H1N1.
Situações de epidemia podem fazer pairar nuvens negras no céu. Tempos de medo e morte… Em meio a toda essa situação, que ,dependendo do caso, pode parecer apocalíptica, quando o instinto de sobrevivência, ou o egoísmo natural do ser humano, levam muitas pessoas a dar as costas para quem foi atingido e fugir do invisível, uma pessoa se levanta e caminha no sentido contrário, em direção ao olho do furacão e se expõe ao risco mais que qualquer um outro, com o intuito de descobrir o culpado, entendê-lo, encontrar suas fragilidades e definir estratégias de combate e tratamento, tanto para salvar os doentes, quanto para proteger os não doentes, prevenindo novos casos.

 

  • especialista hiv
  • especialista aids
  • medicina do viajante
  • Atendimento Ambulatorial
  • Atendimento com Hora Marcada
  • Atendimento de Emergência

O médico especializado na área de infectologia atua no diagnóstico, tratamento e acompanhamento de pacientes que sofrem de doenças infecciosas, que são causadas por fungos, bactérias, vírus, protozoários ou outros microorganismos. O Infectologista pode também atuar em vacinações contra os agentes causadores dessas doenças.

As infecções podem ser transmitidas a partir do contato com a pele de alguém infectado, através de fluídos corporais, ou em alimentos e bebidas contaminadas. A contaminação pode ocorrer também por partículas de ar que carregam microorganismos infecciosos.

Dentre algumas patologias que podem ser tratadas por um infectologista estão HIV, amigdalites, catapora, cistite, dengue, doença de chagas, febre amarela, hanseníase, herpes genital, herpes labial, Hepatite (A, B e C), leptospirose, malária, etc.

Encontre aqui médico especializado em infectologia e tratamento de doenças infecciosas , .

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Por: 18 hours ago

Dra. Keilla Mara de Freitas

Casais sorodiferentes são aqueles compostos por uma pessoa portadora do vírus HIV e outra sem a infecção. Aqueles pacientes que seguem adequadamente um tratamento antirretroviral (TAR), sempre acompanhados por um médico especialista, mantendo carga viral indetectável, não transmitem o HIV pela via sexual, mesmo em relações sem preservativo.

Com todos os modos de prevenção sendo cumpridos à risca, pessoas sorodiferentes podem manter uma vida sexual normal. Em casos de uma relação duradoura entre parceiros sorodiferentes, já é possível engravidar sem que criança tenha o vírus do HIV. Para mais informações sobre o assunto, acesse: www.drakeillafreitas.com.br/meu-parceiro-tem-hiv-e-agora/

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Pé diabético é o nome dado a lesões que ocorrem nos nervos periféricos e nos vasos sanguíneos localizados nos membros inferiores do corpo. A condição caracteriza-se pela formação de úlceras, destruição de tecidos profundos ou infecções. O não tratamento da doença pode levar à amputação do membro atingido.

O risco de complicações pode ser medido e, uma vez que reconhecido, é possível adotar medidas preventivas, evitando, assim, o desenvolvimento e/ou progressão da lesão no pé. Para isso, é importante olhar seus pés diariamente, manter o controle da sua diabetes, hidratar a pele pelo menos duas vezes ao dia e, caso você note a presença de alguma lesão, consultar imediatamente um especialista.

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Todos sabemos que uma boa noite de sono traz diversos benefícios à saúde, incluindo o bom funcionamento do sistema imunológico. Novos estudos têm revelado como diferentes tipos de privação do sono agem nas defesas do organismo.


Ao longo de 7 dias, 30 voluntários saudáveis, com idade de 18 e 30 anos, permaneceram em um laboratório distribuídos em três grupos. Os participantes de um grupo dormiram normalmente. Outro grupo foi submetido à privação do sono seletiva, e era acordado por uma campainha toda vez que o exame indicava a aproximação da fase REM do sono. Já o último grupo teve uma privação total do sono, mantendo-se alerta por 48 horas com a ajuda de videogames, jogos de cartas, internet e eventuais chacoalhadas. Todos os grupos tiveram seu padrão de sono monitorado pelo exame de polissonografia.

Enquanto o primeiro grupo não apresentou qualquer alteração no perfil imunológico, os voluntários que experimentaram a privação total tiveram uma elevação no número de leucócitos neutrófilos, o primeiro tipo celular que responde à maioria das infecções. Também houve aumento de linfócitos T CD4, responsáveis pela imunidade adaptativa, específica para cada tipo de doença. Saiba mais sobre a baixa imunidade acessando: www.drakeillafreitas.com.br/causas-de-imunidade-baixa/

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